As várias faces do Cavaleiro das Trevas

Das histórias em quadrinhos, Batman é meu personagem favorito. Sombrio, violento, sempre a caminhar no limiar da loucura, Batman foi criado por Bob Kane, no final dos anos 30. Admirador de histórias sobre vampiros, Kane criou o herói, inspirando-se principalmente na figura do Conde Drácula.
Em 1943, foi rodado o primeiro filme de Batman e de lá pra cá, muitos atores colocaram a máscara do morcego. É só conferir e deixar sua opinião.

Lewis Wilson, o pioneiro

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Lewis Wilson encarnou Batman em 1943 em “The Batman”, uma série de quinze episódios em que o homem morcego combate o terrível Doutor Daka, um mestre de espionagem japonês. Na saga, o Doutor Daka inventa uma máquina que transformava as pessoas em zumbis.

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Robert Lowery, a volta do Homem Morcego

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Em “Batman & Robin” de 1949, Batman ganha vida na interpretação de Robert Lowery. No filme também em quinze episódios, Batman ajuda o comissário Gordon a capturar o Mago, um misterioso vilão que rouba um aparelho capaz de controlar todos os veículos da cidade.

Adam West, Pow! Bang! Paft!


Adam West, estrelou no papel de Batman no filme de 1966 e num seriado exibido de 1967 a 1969. O seriado que quase derrubou o mito do Cavaleiro das Trevas, tinha uma forte conotação humorística, usava e abusava das onomatopéias e colocava em ação uma infinidade de bat-trecos: desde bat-repelente de tubarões até ao famoso bat-bumerangue.


Michael Keaton, o retorno às sombras


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Michael Keaton, interpretou Batman em dois filmes: Batman ( 1989 ) e Batman, o Retorno, ( 1992 ). Apesar de exagerarem na atmosfera gótica, os dois filmes contribuíram para resgatar o mito do herói sombrio, do justiceiro noturno atormentado por fantasmas da infância.

Val Kilmer, um Batman nada eterno


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Em Batman Eternamente, ( 1995 ) foi a vez de Val Kilmer assumir o papel de Batman. Embora tivesse no elenco nomes como: Tommy Lee Jones, Jim Carrey e Nicole Kidman, o filme não agradou muito os fãs do Cavaleiro das Trevas, eu pessoalmente detestei.

George Clooney, uma caricatura do Batman

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George Clooney interpretou Batman em “Batman & Robin”, ( 1997 ). O fiasco foi tão grande, que muitos consideram a  performance de Clooney, como sendo a pior atuação de um ator no papel de Batman. Na verdade o filme todo foi um desastre, sendo indicado para onze Framboesas de Ouro.

Christian Bale, o Cavaleiro das Trevas



Christian Bale é o atual Batman nas telas. Tanto em “ Batman Beggins” , 2005, como em “ Batman, o Cavaleiro das Trevas”, o ator interpretou com maestria o atormentado Bruce Wayne e o sombrio Batman. Para os fãs, resta esperar pelo terceiro filme da série. 

batman

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Um inglês com alma brasileira

O sonho de muito artista brasileiro é sair do país, ter uma carreira internacional bem sucedida, ser reconhecido pela mídia mundial. Quase sempre esbarram na parede da língua portuguesa. Infelizmente, nosso idioma, por mais belo que seja, nos isola do mundo cultural e só poucos gênios conseguem romper essa barreira.
Ritchie, percorreu o caminho contrário, nascido em Beckenham, no sul da Inglaterra, ele escolheu o Brasil como pátria e o português como língua de expressão artística.
Em 1983, com o LP Vôo de Coração atingiu o auge do sucesso, várias canções do álbum se transformaram em hits , fazendo as vendas passarem de 1 milhão de cópias.
Para você que é jovem, e talvez nunca tenha escutado músicas como: Menina Veneno, Pelo Interfone, Casanova, entre outras, é que preparei essa postagem. Claro que os quarentões de plantão também poderão relembrar os velhos e bons tempos!


Menina Veneno



Vôo de Coração




A Vida tem dessas coisas




Interfone



Casanova



A Mulher Invisível



Transas




Agora ou Jamais




Para quem gostou e quer saber mais sobre esse fenômeno dos anos 80, é só visitar o site oficial do cantor:

Ritchie – Site Oficial

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Uma parceria musical inusitada

Paulo de Tarso, Camões e Renato Russo, o que poderia haver de comum entre homens que viveram em épocas separadas por séculos?
Além do incrível talento com as palavras, algo mais os une: eles foram parceiros em uma composição musical. Não pense que é um delírio da minha parte, é a pura verdade. Se você duvida, veja o vídeo da belíssima Monte Castelo  e leia um pouco sobre a vida desses três homens que, cada um à sua maneira foram verdadeiros artistas da palavra.

Renato Russo



Renato Russo, vocalista e líder da banda Legião Urbana, escreveu  obras primas da música brasileira. Monte Castelo, Será, Faroeste Caboclo, Pais e Filhos e tantas outras músicas de Renato Manfredini Júnior permanecem como clássicos do rock brasileiro. Em Monte Castelo, Renato Russo criou com maestria uma música inspirada em dois textos: O capítulo XIII da 1° carta de Paulo aos Coríntios e o soneto XI de Luís Vaz de Camões. 

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Especial sobre Renato Russo

Paulo de Tarso

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Paulo, antes da conversão ao cristianismo, foi um feroz perseguidor dos seguidores de Jesus, nessa época, Paulo era conhecido pelo seu nome judeu: Saulo. A Bíblia relata que numa viagem, cuja finalidade era prender cristãos em Damasco, Jesus aparece em visão para Saulo, que abraçando os ensinamentos do Messias, passa a adotar o nome romano de Paulo.
Paulo tornou-se um incansável defensor e divulgador do evangelho de Jesus, educado com toda a erudição judaica, escreveu cartas aconselhando, orientando e fortalecendo as jovens congregações cristãs.
Em Monte Castelo, Renato Russo usa na letra o capítulo XIII, da carta de Paulo aos Coríntios:

“Ainda que o fale a língua dos homens e dos anjos, e não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos, em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.
Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém é o amor.”

Camões

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Luís Vaz de Camões, foi o renovador da língua portuguesa. Tido como o maior poeta da nossa língua, Camões escreveu “Os Lusíadas”, onde narra a história de Vasco da Gama e a saga dos portugueses em busca do caminho para as Índias. Também é autor de vasta obra lírica. Renato Russo, usou na letra de Monte Castelo, o soneto XI:

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

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Os 10 melhores canhotos do Brasil

Houve época no Brasil, que todo grande clube tinha no elenco um canhoto habilidoso, geralmente no meio campo ou na ponta esquerda. Jogadores criativos no meio campo são uma raridade nos dias de hoje e os pontas foram banidos do futebol moderno, por isso só nos resta a saudade.
Há um problema inerente à listas: elas sempre refletem a opinião de quem as compila, então torna-se impossível agradar a todos e as broncas são inevitáveis. Se você discorda da lista abaixo, deixe a sua sugestão nos comentários.

10° – Quarentinha: O artilheiro que não sorria



Waldir Lêbrego, o Quarentinha é o maior artilheiro do Botafogo com 410 gols. Ponta de lança, com chute fortíssimo na perna esquerda, não comemorava os gols, simplesmente caminhava para o círculo central e esperava o reinício da partida. Quando questionado por tal atitude, respondia que era pago para fazer gols, portanto não fazia mais do que a obrigação.

9° – Éder Aleixo: O canhão de Vespasiano



Éder tinha o temperamento tão forte quanto o chute de canhota. Especialista em cobranças de falta, aterrorizava os goleiros adversários com petardos espetaculares. Ídolo do Atlético Mineiro, disputou a Copa de 1982 na Espanha. Contra a União Soviética, fez um dos mais belos gols da seleção brasileira em mundiais.

8° – Pepe: O canhão da Vila


Pelé e Pepe

Dono de um chute violento na canhota, José Macia, o Pepe, é o segundo maior artilheiro da história do Santos com 405 gols. Pepe costuma brincar dizendo que ele é o maior goleador humano do Peixe, já que Pelé não é humano.
Por duas vezes sofreu contusões às vésperas de uma Copa, ficando fora do bicampeonato de 1958-1962.

7° – Canhoteiro: O Garrincha canhoto




José Ribamar de Oliveira, era um driblador espetacular. Quem o viu jogar, afirma que ele fazia pela esquerda, o mesmo que Garrincha pela direita. Não foi convocado para a Copa de 1958 supostamente devido à sua vida boêmia e a um medo terrível de viajar de avião.

6° – Roberto Carlos: Polêmico e eficiente




Odiado por muitos, por estar amarrando as chuteiras num lance decisivo contra a França em 2006, Roberto Carlos é um dos mais eficientes laterais da história do futebol. Ídolo do Real Madrid e Palmeiras, agora está no Corinthians.

5° – Rivaldo: Habilidade e eficácia




Meia atacante habilidoso e goleador, Rivaldo foi fundamental na conquista da Copa do Mundo de 2002. Sempre muito criticado pela imprensa brasileira, na Europa seu futebol nunca foi contestado. Rivaldo é um dos maiores artilheiros do Brasil em Copas do Mundo com 8 gols.

4° – Gérson: O canhotinha de ouro




Armador clássico, capaz de fazer lançamentos de mais de quarenta metros, Gérson teve seu nome ligado à famigerada lei de Gérson. O canhotinha de ouro foi campeão do mundo no México, com a mitológica seleção de 1970.

3° – Tostão: O mineirinho de ouro



Poucos jogadores conseguiram aliar habilidade, visão de jogo, faro de gol e futebol em equipe como Eduardo Gonçalves de Andrade, conhecido com Tostão. Campeão do mundo em 1970, encerrou a carreira de forma prematura em 1974, devido a um deslocamento da retina que sofrera em 1969, ao levar uma bolada do zagueiro Ditão, do Corinthians. Formou-se em medicina e escreve crônicas esportivas para vários jornais do Brasil.

2° – Rivelino: A patada atômica




Rivelino foi um dos maiores jogadores da história do futebol. Exímio cobrador de faltas, driblador, também organizava as jogadas no meio campo com maestria. Maradona, em um raro momento de lucidez, declarou que Rivelino fora seu ídolo como jogador.

1° – Nilton Santos: A Enciclopédia do futebol




Para falar de Nilton Santos, vou usar as palavras do grande jornalista Armando Nogueira:
Tu em campo, parecia tantos, e no entanto, que encanto! Eras um só, Nilton Santos.”

Visite o site oficial do grande Nilton Santos.

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Beatles Made in Brazil

A música rompe as barreiras do tempo e do idioma. Prova maior disso é a influência e o sucesso que ainda tem os Beatles. Desfeita faz décadas, a banda continua a arrebatar fãs, inspirar jovens músicos e a vender milhares de discos.
Aqui no Brasil, centenas de artistas interpretaram canções dos Beatles e são inúmeras as versões em português para músicas do quarteto inglês.
Há quem deteste versões, mas desde os anos 60, cantores e bandas brasileiras cantam Beatles na língua inculta e bela de Camões. Segue abaixo uma lista das mais famosas. Sintá-se à vontade para opinar. Comente! 



Hey Jude – Kiko Zambianchi



A versão para Hey Jude, feita por Rossini Pinto e gravada originalmente pelos Golden Boys em 1969, fez um estrondoso sucesso na voz de Kiko Zambianchi, no final dos anos 80. Grande parte desse êxito é devido ao fato da canção ter sido parte da trilha sonora de Top Model, novela global.

Você Ainda Pode Sonhar – Raul Seixas



Raul Seixas era um grande admirador dos Beatles, em 1968 no disco “Raulzito e os Panteras”, gravou a versão de "Lucy in the sky with Diamonds", que foi chamada de “Você ainda pode sonhar”. A versão foi regravada pela banda Ira, em 1991.

Menina Linda – Renato e seus Blue Caps




Versão de Renato Barros para "I should have know better". Leitura que fez parte do LP “ Viva a Juventude” de 1965. A banda também faria sucesso com a versão para “ All my Loving” : “Feche os olhos” .

Demais – Verônica Sabino



Enorme sucesso no Brasil em 1986, “Demais” é uma versão feita por Zé Rodrix e Miguel Paiva para “ Yes, It Is”. Fez parte da trilha sonora da novela “Selva de Pedra”.

Lá vem o Sol – Lulu Santos



Versão  escrita por Lulu Santos para a magnífica composição de George Harrison: “ Here Comes The Sun ”. Dizem que a versão não pode ser explorada comercialmente por não ter sido autorizada pelo beatle.

Eu Te Amo – Roberto Carlos



Na obra de Roberto Carlos é nítida a influência dos Beatles, mas foi só nos anos 90 que  escreveu em parceria com Erasmo Carlos uma versão para “ I Love Her “. A versão do Rei, também fez muito sucesso com a dupla Zezé di Camargo e Luciano.

Minha Vida – Rita Lee



Minha Vida, versão para “ In my Life” é uma das várias feitas pela cantora para músicas dos Beatles. Ela chegou a gravar um disco só com essas versões, entre elas: Menino Bonito ( Beatiful Boys), Pra Você eu Digo Sim ( If I Feel ), Tudo por Amor ( Can’t Buy me Love ) e Aqui, Ali, Em Qualquer Lugar ( Here, There and. Everwhere ).
Com certeza, há muitas outras versões em português para canções dos Beatles. As citadas acimas são uma pequena amostra da poderosa influência deles no Brasil. Se você conhece alguma que foi esquecida, diga nos comentários.

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Pernas de pau que viraram super técnicos

Grandes jogadores raramente seguem a carreira de técnico após abandonarem  os campos. Dessa minoria de craques que se arriscam como treinadores, pouquíssimos são bem sucedidos.
Ironicamente os treinadores que mais se destacam, quase sempre foram jogadores sem nenhum brilho, verdadeiros pernas de pau. Dúvida? Veja a lista abaixo e dê sua opinião.

Felipão

Felipão foi zagueiro em times do interior gaúcho e encerrou a carreira no CSA de Alagoas, clube no qual conquistou seu único título como jogador. Quem o viu jogar diz que ele era um zagueiro duro, do tipo que não perdia a viagem. Depois de abandonar a carreira de boleiro, Felipão tornou-se um dos técnicos mais vencedores do futebol mundial.

felipão_jogador

Vanderlei Luxemburgo

Wanderlei_Luxemburgo Luxemburgo não foi um jogador tão ruim assim, tanto é que diferente de Felipão, jogou em grandes clubes do Brasil. Conta a favor dele também o fato de que quando jogou no Flamengo, disputava a lateral esquerda com Júnior, o que convenhamos era uma luta inglória. Em 1980 encerrou a carreira de jogador para se tornar um dos maiores treinadores da história do nosso futebol.

José Mourinho

Considerado por muitos o melhor técnico da atualidade, o português José Mourinho tentou em vão seguir a carreira de jogador. Depois de tentativas fracassadas em equipes de Portugal, Mourinho desistiu de jogar para se tornar um super técnico, campeão por vários clubes da Europa.
mourinho

Mano Menezes

Idolatrado pelos corintianos, o atual técnico da seleção brasileira, nunca jogou profissionalmente. Mano Menezes cursou Educação Física e se tornou técnico, paralelamente aos campeonatos nas várzeas sul rio-grandenses. Sabia do seu pouco talento para jogador e se preparou para a carreira de técnico. Hoje sabemos que foi uma sábia decisão. 
mano_menezes_jogador

Joel Santana

Bem é verdade que Joel Santana só se dá bem em clubes cariocas, mas sua capacidade como técnico é inquestionável. Joel Santana teve uma curta carreira como jogador: defendeu o Vasco Da Gama e América de Natal. Descobriu que seu futuro nos gramados seria como técnico e pendurou as chuteiras bem cedo. Ganharam o futebol e todos os poliglotas do mundo.

Rubens Minelli

Os mais novos talvez nunca ouviram falar em Rubens Minelli, mas durante três décadas ele foi um dos principais técnicos do Brasil. Como jogador Minelli teve trajetória modesta. Jogou por clubes do interior paulista até aos 27 anos quando fraturou a perna e teve que encerrar a carreira. Super campeão com treinador, como jogador tem somente um título: Campeão da segunda divisão paulista pelo Taubaté, em 1956.



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Temas inesquecíveis de filmes dos anos 90

Já fiz uma postagem sobre temas de filmes dos anos 80. Algumas pessoas que gostaram, me pediram então para continuar com o assunto. Escrever sobre filmes e música é sempre um prazer e uma saída para quando a inspiração escassa. Segue então os filmes que na minha opinião marcaram os anos 90 com temas musicais inesquecíveis. Confira e deixe sua opinião.


Roxette – It Must Have Been Love ( Uma Linda Mulher ,1990)





Celine Dion – My Heart Will Go On ( Titanic , 1997 )




The Righteous Brothers - Unchained Melody ( Ghost – Do Outro Lado Da Vida , 1990 )




Whitney Houston – I Will Always Love You ( O Guarda-Costas, 1992)



Phill Collins – You’ll Be In My Heart ( Tarzan, 1999)



Bruce Springsteen – Streets Of Philadelphia ( Filadélfia, 1993)



Elton John – Can You Feel The Love Tonight ( O Rei Leão, 1994 )





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